quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Lição 08 - Uma Aliança Superior (SUBSÍDIO - 2)


O ministro da Nova Aliança (8.1-13)

Extraído da Série Cultura Bíblica – Hebreus: introdução e comentário (Editora Mundo Cristão) - Donald Guthrie


1. Visto que o escritor já discursou com bastantes detalhes a respeito de Cristo como Sumo Sacerdote, pode-se querer saber o que ainda falta para sua exposição. Por enquanto, porém, não explicou como nosso Sumo Sacerdote leva a efeito Seus deveres. Este é realmente o tema dos próximos dois capítulos e meio (até 10.18), mas outra questão importante, a Nova Aliança, é introduzida no decurso da discussão. No presente capítulo, o ministério de Jesus e a necessidade de uma nova aliança estão ligados entre si. A frase inicial revela o essencial da discussão anterior (Ora, o essencial das coisas que temos dito, é que...). A palavra poderia significar “resumo”, mas o contexto revela que “essencial” é melhor, porque o enfoque recai sobre aquilo que o Sumo Sacerdote tem para oferecer e onde realiza seu ministério.
Em primeiro lugar, no entanto, é dada uma declaração breve acerca das características peculiares do nosso Sumo Sacerdote, (i) Ele se assentou à destra do trono da Majestade nos céus. Esta consideração já foi feita em 1.3 a respeito do Filho, mas agora é repetida com aplicação direta ao tema sumo-sacerdotal. Isto demonstra quão cuidadosamente o escritor
trabalhou sua tese, constantemente dando indícios que são joias em si mesmos, mas que reluzem com novos significados quando são vistos contra um pano de fundo diferente. Na verdade, esta ideia de Cristo assentado ocorre outra vez em 10.12 e 12.2. Significa uma obra feita bem e verdadeiramente. A ideia é baseada no Salmo 110.1. À parte da presente declaração e a redação paralela em 1.3, o único outro lugar onde o termo Majestade é usado é Judas 25, onde ocorre como um atributo de Deus, mas não como um título. O fato de que nosso Sumo Sacerdote está sentado à destra de Deus ressalta Sua categoria em comparação com a linhagem de Arão, cujos sacerdotes somente podiam ficar de pé na presença de Deus, sendo que sua tarefa nunca estava definitivamente completa.

Lição 08 - Uma Aliança Superior (SUBSÍDIO - 1)

Cristo é o Nosso Sumo Sacerdote - 8.1-13

Extraído do Comentário do Novo Testamento - Aplicação Pessoal (Vol. 2)


O capítulo 7 explicou que Jesus é um sacerdote maior que qualquer sacerdote que fosse descendente do primeiro sumo sacerdote de Israel, Arão. O autor agora resume a sua mensagem: o que ele vinha dizendo é que Cristo é superior a todos no sacerdócio judaico. A despeito daquilo em que os crentes judeus tinham confiado anteriormente para a salvação, tudo seria meramente uma sombra da realidade, e não a própria realidade. Aquela sombra agora é completamente substituída pela realidade de Cristo como Sumo Sacerdote.

8.1 Jesus é o nosso sumo sacerdote, o qual está assentado no lugar de maior honra nos céus à destra de Deus. Este retrato de Cristo é um argumento essencial para a sua divindade em Hebreus. Este lugar, à direita de Deus, pertencia a Cristo porque Ele era mais do que simplesmente um sumo sacerdote; Ele é o Filho de Deus. “Céus” refere-se ao santuário celestial (veja 8.2), a morada de Deus, o último e eterno destino de todos aqueles que crêem (4.1; 6.19,20; 11.10; 12.22), e, portanto, uma realidade ainda maior do que o que vemos. Este mundo atual é uma mera representação ou sombra do que virá (veja 8.5). Por causa disto, o ministério de Cristo será maior do que o dos sacerdotes que serviram no Tabernáculo ou no Templo terrenos, como veremos no versículo seguinte.

Lição 08 - Uma Aliança Superior

Lição 08 - Uma Aliança Superior

Texto Áureo: 
“Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo.” (Hb 8.10)




Verdade Prática:
A Nova Aliança em tudo é superior à Antiga porque se fundamenta em promessas superiores.

LEITURA DIÁRIA
Segunda – Hb 8.2: Um Tabernáculo celestial fundado pelo Senhor
Terça – Hb 8.3,4: Um ministério celestial que transcende o sacerdócio terreno
Quarta – Hb 8.6: Um ministério eficaz e fundamentado em promessas superiores
Quinta – Hb 8.10: Promessas fundamentadas no Espírito
Sexta – Hb 8.11: Uma promessa de natureza individual e universal
Sábado – Hb 8.12: Uma promessa de natureza misericordiosa

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Tema das classes de adultos no 2° trimestre de 2018 (CPAD)

Tema das classes de adultos no 2° trimestre de 2018.
COMENTARISTA: Pr. Douglas Baptista
SUMÁRIO:
Lição 1 – O Que é Ética Cristã
Lição 2 – Ética Cristã e Ideologia de Gênero
Lição 3 – Ética Cristã e Direitos Humanos
Lição 4 – Ética Cristã e Aborto
Lição 5 – Ética Cristã, Pena de Morte e Eutanásia
Lição 6 – Ética Cristã e Suicídio
Lição 7 – Ética Cristã e Doação de Órgãos
Lição 8 – Ética Cristã e Sexualidade
Lição 9 – Ética Cristã e Planejamento Familiar
Lição 10 – Ética Cristã e Vida Financeira
Lição 11 – Ética Cristã, Vícios e Jogos
Lição 12 – Ética Cristã e Política
Lição 13 – Ética Cristã e Redes Sociais

terça-feira, 11 de março de 2014

Lição 11: Deus escolhe Arão e seus filhos para o Sacerdócio II

DOIS ARTIGOS: "CRENTES COMO SACERDOTES" E "VESTIMENTAS DOS SACERDOTES"

Extraído da "Enciclopedia de Bíblia Teologia e Filosofia vol 6"


CRENTES COMO SACERDOTES

Sacerdotes. Apo. 1:6. Considerado coletivamente, o «novo Israel» é um «reino». Considerados individualmente, seus membros são todos «sacerdotes». No antigo povo de Israel havia para cada família um «sacerdote», que era o chefe da casa. Em seguida, apareceu o sacerdócio como ordem separada, pertencente a uma única tribo. Em nenhum momento, porém, todos os homens foram sacerdotes. Em Cristo Jesus, entretanto, todos os crentes se tornam sacerdotes, porquanto lhes foi obtido, através do evangelho,
acesso superior a Deus, o qual também lhes é aberto mediante a missão salvadora de Cristo. (O presente versículo pode ser comparado à passagem de I Ped. 2:5.) Coletivamente, o «novo Israel» (a Igreja) é uma «casa espiritual».
Individualmente falando, os seus membros são pedras vivas. E todos formam um «sacerdócio régio», em que cada indivíduo é um rei, dotado de autoridade majestática, conforme se aprende em I Ped. 2:9. Consideremos abaixo a questão do «sacerdócio de todos os crentes» nos pontos discriminados:

1. Antes da instauração da lei mosaica, o chefe de família era seu sacerdote (ver Gên. 8:20; 26:25 e 31 :54).

Lição 11: Deus escolhe Arão e seus filhos para o Sacerdócio I


O Sacerdócio
Extraído do Livro "O Tabernáculo e a Igreja" de Abraão de Almeida (CPAD)
A SEPARAÇÃO DOS SACERDOTES
1.Os sacerdotes se ocupavam em servir a Deus, enquanto os levitas em servir aos sacerdotes: "Depois manda que do meio dos israelitas se aproximem ao teu irmão Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar, para que me sirvam como sacerdotes"(Êxodo28.1)."
O Senhor falou a Moisés, dizendo: Manda que a tribo de Levi se ponha à disposição do sacerdote Arão e o sirva. Cuidarão do que ele e a comunidade em geral precisarem diante da tenda de reunião, e pelas obrigações dos israelitasno serviço da morada. Confiarás os levitas a Arão e filhos. Eles lhe foram inteiramente entregues por parte dos israelitas"(Números3.5-9). A Igreja deve ser como um sacerdócio, afim de oferecer sacrifícios espirituais a Deus: "Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, afim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo"(1Pedro2.5).